Apesar de estarmos a entrar num ano que se prevê que venha a ser dos mais difíceis dos últimos tempos, acho curioso que seja, de longe, um dos anos em que mais casamentos vou ter. Quer dizer, agora que penso nisso, ter muitos casamentos no mesmo ano reforça a ideia de que vai ser um ano difícil... Bem, é melhor não pensar muito nisso.
Para além dos casamentos para os quais fui convidado a ir, também tenho tido vários casamentos para os quais tenho sido convidado a fazer o convite para os noivos convidarem quem bem entenderem, se é que me faço entender.
Fazer um convite de casamento é sempre uma tarefa meio complicada. Há sempre muitas expectativas por parte
O primeiro que fiz, como não poderia deixar de ser, foi para o meu casório com a Maria. Precisei de menos tempo para
Aliás, a demora na concepção do convite até foi um dos motivos pelo qual convidámos as pessoas mais tarde que o costume. Algumas são capazes de ter ficado a pensar que as estávamos a convidar por obrigação por ter sido tão tarde, mas também não nos pareceu boa ideia dizer "Desculpe só ser agora, mas tínhamos algumas dúvidas acerca da posição do braço do boneco e da forma da boca da boneca no desenho do convite..." O que é certo é que a Maria mandou fazer um quadro com a ilustração do convite, por isso desconfio que a coisa correu bem.
Por isso, por ser uma coisa importante, faço sempre questão de perguntar aos noivos aquilo que pretendem que apareça no convite. A lista de coisas costuma ser interminável. No caso do convite que aqui mostro, os simpáticos noivos só me pediram para incluir referências à cidade onde vivem, ao local onde se conheceram, aos hobbies de cada um, aos meios de transporte de cada um, à fisionomia de cada um e à pintura do convite com os tons específicos da festa, por isso foi extremamente simples.
Bem, talvez tire o "extremamente". E já agora o "simples" também.








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