terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Nem só de cadernos vive o homem


Já vem sendo hábito. Durante alguns dias de cada mês, acabo por ficar em casa, em total reclusão. Durante esses dias, em que agora estou, não me apetece sair nem falar com ninguém, o humor quase que desaparece, a barba atinge novos recordes, o cabelo ganha vida e sinto dores pelo corpo, especialmente ao nível do rabo.
São aqueles dias. Já me disseram que é normal ser assim, mas custa sempre. E, apesar de custar a passar, eu espero sempre que no próximo mês os volte a ter.
Sim, são os dias em que tenho que acabar um trabalho qualquer de enfiada, porque o prazo de entrega se está a chatear porque tem mais que fazer e quer ir à vida dele.
Quem não percebe é o meu caderno, que tem passado os dias amuado na mesa da sala. Às vezes atira-se para o chão para chamar a atenção, mas já começa a irritar. Acham que uma pessoa tem que estar dísponível todos os dias e não é bem assim. Uma pessoa anda cansada, preocupada com outras coisas e isso tira a vontade. Uma pessoa não é uma máquina.
Esperem lá que já me perdi. Estava a falar de quê?

PS: com um bocadiiiinho de jeito, qualquer dia encontram um livro infantil à venda com esta página lá pelo meio...

2 comentários:

  1. Faz lá o trabalho que a malta quer mais desenhos :)

    http://simaoescuta.blogspot.com

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  2. Hoje já fui passear o caderninho! Tá cheio de novidades! :D

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